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sábado, agosto 13, 2022

Casal faixa preta de kickboxing leva qualidade de vida para Maria Paula e Jardim Catarina, em São Gonçalo

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Tenho destacado a importância dos projetos sociais que levam as artes marciais para a população de São Gonçalo e têm descoberto grandes atletas, além de levar inclusão, socialização e outros benefícios para os gonçalenses. Um desses exemplos é o casal Fabricio Timoteo e Maria Timoteo , faixas preta de kickboxing, que levam qualidade de vida e esperança para crianças, adolescentes, jovens e adultos de Maria Paula e Jardim Catarina.

Fabricio Timoteo, além de faixa preta, é Bacharel em Educação Física, o que enriquece o seu trabalho no esporte. Também competidor, o professor e atleta, que possui importantes títulos na FKBERJ (Federação de Kickboxing do Estado do Rio de Janeiro), tais como Campeão da Copa José Antônio, Campeonato Estadual de Kickboxing e Taça Guanabara, tendo conquistado o 3º Lugar no Campeonato Brasileiro de Kickboxing pela CBKB (Confederação Brasileira de Kickboxing), gosta de competir, porém ressalta a dificuldade para participar de todas as competições por falta de apoio e patrocínio, assim como os alunos do projeto social, que não possui fins lucrativos e não é uma entidade governamental.

“O Projeto Gerando Vidas nasceu no coração dos pastores João Batista e Gislaine com o objetivo de servir a comunidade de Maria Paula e Campo Novo, em São Gonçalo. Inicialmente, o projeto começou apenas com o Jiu-Jitsu e, à partir dessa iniciativa, foram se somando mais colaboradores, de diferentes áreas, para realizar um trabalho voluntário com jovens, crianças e adolescentes da região, sem fins lucrativos e políticos.”, conta Fabricio Timoteo.

O kickboxing teve início, no projeto, no final de 2011, com um treino feminino dado por sua esposa, Maria Timoteo. Alguns dos companheiros das alunas, que assistiam aos treinos, se interessaram pelo esporte. Com a necessidade de abranger um público maior e com características diferentes, fizeram um treino misto e outro infantil. Dessa forma, o professor Fabricio começou sua participação no projeto.

“Hoje, eu e minha esposa, que também é faixa preta, administramos aulas infantis, para crianças de 6 a 10 anos, para adultos, jovens e adolescentes, de todas as idades e gêneros. Em Maria Paula e no Jardim Catarina, contando com mais ou menos 100  alunos, temos por objetivo fazer com que essas pessoas, além de melhorar seu estilo de vida e saúde, melhorem desenvolvendo caráter e princípios. Somos um projeto com princípios e valores Cristãos e temos por objetivo mudar a vida dos que nos cercam.”, diz o professor Fabricio.

Com a pandemia, que provocou o isolamento social, os treinos tiveram que ser suspensos e, embora fosse realizado um trabalho diário para manter jovens e adolescentes ociosos, com a mente vazia e sem ocupação, longe de caminhos errados, os que não estavam firmes nos treinos, acabaram se dispersando.

Os professores agora se preparam para recomeçar todo o trabalho e trazer para perto, acompanhar e cuidar, repetindo todo o trabalho que já havia sido realizado, pois esse é o objetivo do projeto.

“Pretendemos voltar seguindo todas as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Todos os alunos com seu próprio material. Se tiver alguém doente, resfriado, com febre, não poderá participar dos treinos. O Projeto Gerando Vidas já está preparado para receber os alunos de volta.” afirma Timoteo.

Todos os projetos sociais, principalmente os que são realizados por voluntários, como o Projeto Gerando Vidas, tem grande importância para uma população carente de incentivo ao esporte, como é o caso de São Gonçalo. Graças aos projetos, as artes marciais são fomentadas e os talentos vão sendo descobertos e fazendo história.

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