23.9 C
São Gonçalo
sábado, maio 25, 2024

AMOR TRICOLOR: gonçalense casa de véu, grinalda e GRENÁ

A advogada Vanessa da Matta, de 36 anos e o mototaxista Junior de Oliveira, de 34, entraram no último domingo (13/12), às 11h, no gramado do M&R Premium Casa de Festas, em Maricá, para o jogo mais importante de suas vidas: o casamento!

O SIM, dito por ambos, foi o GOL da vitória, comemorado por 120 torcedores que viram a noiva carregar o peso das três cores que vestia no véu Tricolor.

“A ideia foi minha para homenagear o nosso amor ao clube em um momento especial das nossas vidas. Tirando a pessoa que estampou, foi uma surpresa para todos e especialmente para ele”, revela apaixonada.

Surpreso, ele não acreditou quando viu a amada chegar: “Eu estava nervoso. Fiquei espantado e perplexo pela criatividade dela com o nosso querido Fluminense. Mas vou ser sincero: estava esperando uma coisa mais simples, mas no véu, realmente, foi surpreendente”, conta.

“No começo do ano recebemos de Vanessa, uma cliente antiga da empresa, uma encomenda diferente, já que havíamos feito vários produtos para ela ligado ao Fluminense. No entanto, o véu de noiva foi de longe o produto mais diferente que fizemos, pois ela mandou algumas opções e fomos entendendo que ela queria o melhor tecido a ser utilizado, e no fim ficou tudo perfeito. O véu ficou lindo e foi o maior sucesso”, comemora Rita Mendonça, 39 anos, proprietária da Nuvem.

“Vanessa contratou minha assessoria parcial, que é quando os noivos já fecharam alguns serviços e eu entro com eles no planejamento dos últimos detalhes para o dia D. Acostumada com casamentos mais tradicionais, amei a ideia do casamento temático, desde o pré-wedding, cores da decoração, trufas do Fluminense para a ‘Lua de Mel’, com fumaças, fogos e músicas da torcida pra relembrar como é no clima no estádio”, frisa a cerimonialista Railene Luiz de Oliveira, 31 anos e acrescenta:: “Foi uma honra fazer parte de um dia inesquecível com eles”.

Moradora do Jóquei, em São Gonçalo, Vanessa conheceu Junior no corre-corre das idas aos fóruns da cidade.

“Na época ele trabalhava como mototaxista, no Largo do Jóquei, perto da minha casa, e eu pedia para me levar nas audiências. Isso se tornou rotina e peguei confiança nele a ponto dele me levar no trabalho quando estava atrasada”, recorda.

“Mas a minha lembrança mais bonita da nossa história foi na casa de um casal de amigos, no jogo entre Nacional Potosí e Fluminense, na Copa Sul-Americana, em maio de 2018. Perdemos de 2 a 0, mas ganhei o primeiro beijo do Junior”, diz emocionada.

Em 2018, começaram a namorar oficialmente no dia 21 de julho, na Flufest, festa tradicional de comemoração ao aniversário do clube, realizada nas Laranjeiras, e acompanharam o time em todos jogos, inclusive fora do Rio de Janeiro, como no Athletico Paranaense x Fluminense, na semifinal da Sul-Americana daquele ano.

Depois disso, se tornaram diretores da torcida organizada ‘Fluloucos’, que fica no Colubandê e continuam a fazer loucuras por aí pelo Fluminense.

E para o futuro, os dois planejam viver essa paixão que uniu o casal.

“Estamos esperando essa pandemia passar para irmos ver o nosso Fluzão já como marido e mulher”, diz Junior que viu o time de coração ganhar as Taças Rio em 2018 e 2020.

Matérias Relacionadas

plugins premium WordPress